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Meninas do Japão dedicam título à vítimas do Tsunami

Ainda em êxtase pela conquista do título da Copa do Mundo de futebol feminino sobre os EUA, as japonesas não conseguem tirar o sorriso do rosto. Afinal, para elas, levar o troféu para casa significou muito mais do que apenas uma vitória dentro dos gramados. Além de alcançarem um feito inédito, as jogadoras tinham por objetivo mostrar às vítimas da Tsunami de Fukushima, ocorrida em março, que era possível dar a voltar por cima. E elas conseguiram.

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“Ainda não consigo acreditar que conseguimos”, declarou a goleira Kaihori ao site oficial da Fifa. “Ficarei muito feliz se conseguirmos dar mais coragem às pessoas do Japão com a nossa vitória. Então, elas poderão ver o que é possível conseguir através da luta.”, completou.

Aya Miyama também concorda com a companheira de equipe e disse que, na sua opinião, o dinheiro que o time ganhou deveria ser enviado aos que sofreram com a tragédia. “Agora, a seleção deveria enviar o dinheiro que ganhou aqui às vítimas de Fukushima. Pelo menos, é o que eu gostaria de fazer com o dinheiro. Espero que consigamos trazer alegria e pensamentos positivos ao nosso país. Até o final, não desistimos e sempre acreditei que podíamos conseguir. Mesmo antes do torneio.”, encerrou.

O Japão venceu os EUA no último domingo, em partida que foi parar nos pênaltis, após 120 minutos eletrizantes. A camisa 1 Kaihori se tornou uma das estrelas do grupo, ao lado da capitã Sawa, após agarrar dois penais.

Capitã do Japão acredita estar vivendo um sonho

Com 32 anos, 18 deles dedicados à seleção japonesa, a meio-campista Homare Sawa foi um dos grandes destaques da Copa do Mundo de futebol feminino. Merecidamente homenageada – a jogadora levou a Chuteira de Ouro pela artilharia e a Bola de Ouro pro ser considerada a melhor atleta da competição -, a camisa 10 do Japão contou após a conquista do título, ao site oficial da Fifa, que estava se sentindo em um sonho.

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“Esta é a minha quinta Copa do Mundo, mas não tinha conseguido nada nas quatro anteriores. Por isso estou muito feliz com o resultado. A espera foi muito longa e estou me sentindo muito aliviada, pois passei por momentos difíceis vivendo do futebol feminino no Japão. Nem parece realidade”, disse, emocionada.

Indaga se imaginava que seria escolhida como melhor jogadora do torneio, a capitã japonesa disse que não. Ela ainda aproveitou para dedicar as conquistas às companheiras de equipe, pois segundo ela, sem as outras jogadoras nada disse teria sido possível, nem os títulos individuais.

“É absolutamente incrível ganhar todos estes troféus. Mas eles não são para mim. A equipe como um todo deu uma contribuição fundamental para que eu pudesse ganhar estes prêmios. Não posso me orgulhar pessoalmente de tê-los conquistado”, encerrou.

Esta foi a primeira vez que o Japão conquistou a Copa do Mundo de futebol feminino. As japonesas venceram os EUA em partida eletrizante, que foi parar os pênaltis, com destaque para a goleira Kaihori, que fez história ao agarrar dois penais.

Final entre EUA x Japão bate record de mensagens no Twitter

A final do Mundial feminino, disputada entre EUA e Japão, no último domingo, 17 de julho, rendeu à competição um recorde de mensagens publicadas por segundo no Twitter. O jogo, que terminou com a vitória japonesa nos pênaltis, teve mais postagens até mesmo que o casamento real britânico, entre William e Kate, e que a morte do terrorista Osama Bin Laden.

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A dramática decisão entre americanas e japonesas provocou 7.196 mensagens por segundo, de acordo com o próprio Twitter. Já a vitória do Paraguai sobre o Brasil, em que todos os jogadores brasileiros perderam pênaltis, chegou aos 7.166 “tweets”.

O record anterior havia acontecido na virada do ano, no Japão, quando 6.939 mensagens foram postadas ao mesmo tempo.

As meninas estão mesmo com tudo!

Camisa 10 do Japão é considerada a melhor jogadora do Mundial

Depois de vencerem os EUA nos pênaltis e se sagrarem campeãs mundias, as japonesas tiveram a meia Sawa escolhida como a melhor jogadora da competição. A camisa 10 também levou um troféu por ser a artilheira do Mundial com cinco gols marcados, um deles na partida de hoje.

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Em segundo lugar, ficou Wambach, cabeceadora de primeira, e em terceiro a goleira musa Hope Solo.

A vitória da superação: japonesas são campeãs mundiais

Com estádio completamente lotado em Frankfurt, as meninas do Japão sagraram-se campeãs da Copa do Mundo de futebol feminino pela primeira vez na história. O resultado em 2 a 2 na prorrogação levou a partida para os pênaltis e a goleira Kaihori pegou dois pênaltis, além de Lloyd e Boxx jogarem para fora.

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No primeiro tempo do duelo só deu EUA. No entanto, sem sorte e com as japonesas atentas, as americanas não conseguiram balançar a rede, apesar de assustar algumas vezes.

A segunda etapa foi marcada por muita correria das duas equipes. Ambas com muita vontade de abrir o placar, tentavam incansavelmente. Já aos 3 minutos, Morgan recebeu pela direita e chutou na trave. Aos 18, recebeu lançamento no meio da área e assustou mandando para gol pelo lado de fora. Pouco tempo depois, foi a hora de parar de assustar e realmente marcar. Morgan recebeu livre no meio e mandou um foguete no canto direito do gol. Aos 34, foi a vez do Japão marcar com Miyama, após confusão da defesa americana. A partida terminou empatada no tempo regulamentar  precisou ir para a prorrogação.

Com 13 minutos do primeiro tempo, Após assistência de Morgan, Wambach cabeceou livre no ângulo. Nos minutos finais da prorrogação, após escanteio a camisa 10 Sawa marcou para as japonesas e deixou tudo igual, levando a partida para os pênaltis.

Na disputa de pênaltis quem brilhou foi a goleira Kaihori, do Japão. Ela agarrou dois pênaltis e contou com a sorte quando Lloyd e Boxx mandaram para fora sua cobrança. As japonesas venceram por 3 a 1.

Eua x Japão: Nahomi Kawasumi driblou a desconfiança

Quando ninguém esperava, lá estava ela. Nahomi Kawasumi era apenas uma reserva esperando por uma chance na seleção principal do Japão. Mas no último jogo da equipe, quando as japonesas desbancaram a Suécia por 4 a 2, a estrela da camisa 9 brilhou. Ela foi uma das responsáveis pela vitória que levou o time até a final do Mundial, já que marcou dois gols na partida.

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Com 25 anos, a jogadora do Leonessa de Kobe, do Japão, espera ansiosamente para disputar o jogo que diz ser o mais importante de sua vida e ela tem uma explicação por estar atuando tão bem na competição.

“Dá para dizer que peguei toda aquela força e energia que havia economizado e consegui colocar na partida contra a Suécia.”, explicou ao site da Fifa.

Para a jovem de 25 anos que saiu do banco para o estrelato, um vitória nste domingo, 17 de julho, seria muito mais do que um simple conquista. Seria a possibilidade de mostrar para o mundo que o Japão também forma jogadoras de ponta. Então, para saber quem leva o caneco para casa, fique ligado às 15h45 no nosso Twitter. Lá você poderá acompanhar a partida lance a lance.

Suécia vence a França e garante o terceiro lugar

Este sábado, 16 de julho, foi com certeza especial para os suecos. É que a seleção do país conquistou o terceiro lugar no Mundial de futebol feminino, após vencer a França por 2 a 1. Os gols foram marcados por Lotta Schelin e Hammarström, para as suecas e Elodie Thomes, para as francesas.

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A partida foi bem movimentada desde o início, mas quem saiu na frente foram as suecas com a atacante Lotta Schelin. Aos 29 minutos do primeiro tempo, ela recebeu a bola pela esquerda, após um lançamento, e tocou de direita para balançar a rede.

A segunda etapa começou com gol das francesas, já aos 11 minutos. Elodie Thomes descontou. Mas a zaga da seleção da França continuou cometendo erros. Em um deles, mesmo com uma jogadora a menos, saiu o gol da vitória das suecas. Aos 37, Hammarström deu chapéu em uma adversária, driblou outra e mandou para dentro do gol, no ângulo.

Essa foi a segunda vez que a Suécia alcançou o terceiro lugar do Mundial. Em 1991, as meninas do país já haviam estado na mesma situação.

A final da competição você poderá acompanhar neste domingo, 17 de julho, às 15h45. No nosso Twitter você ainda confere comentários do jogo lance a lance.

Marta pode ser considerada a melhor do Mundial

O Brasil não está na final da Copa do Mundo de futebol feminino, mas a jogadora Marta ainda pode ser considerada a melhor atleta do Mundial. Eleita cinco vezes a melhor do mundo pela Fifa, a brasileira está na lista das doze indicadas para a Bola de Ouro da competição. A identidade da vencedora será revelada no próximo domingo, dia 17 de julho, após a final entre EUA e Japão.

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As outras indicadas são as norte-americanas Abby Wambach, Lauren Chenney e Hope Solo, as japonesas Homare Sawa, Shinobu Ohno e Aya Miyama. As francesas Sonia Bompastor e Louisa Necib, as suecas Lotta Schelin e Caroline Seger, além da alemã Kerstin Garefrekes, completam a lista.

A Rainha Marta, única latino-americana na disputa pelo prêmio, já foi eleita a melhor da competição em 2007, quando o Brasil chegou à semfinal do torneio.

Meninas da Suécia estão torcendo pelo Japão na final

Na última quarta-feira, 13 de julho, apesar de começar a partida vencendo, a seleção da Suécia não conseguiu manter o placar e foi derrotada pelas japonesas na semifinal da Copa do Mundo de futebol feminino. O resultado de 3 a 1 tirou as européias da final e agora, elas irão disputar o terceiro lugar com a França. Mas se você pensa que elas não vão ficar de olho na grande final da competição, está muito enganado. Depois de jogarem no sábado, as suecas sintonizam na telinha no domingo, data em que será decidido o grande campeão.

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A zagueira Charlotte Rohlin, que na última partida da equipe entrou com a braçadeira de capitã após Caroline Seger sentir uam lesão, já tem torcida. A moça disse que ela e as meninas assumem que o Japão realmente jogou melhor e que, por isso, merece levar o caneco para casa.

“O Japão jogou muito bem e simplesmente não conseguimos encontrar uma falha. Fomos derrotadas por um adversário melhor. O Japão era bom demais para nós. Espero que ele vença a Copa do Mundo, porque merece. A final contra os Estados Unidos será dura, mas as japonesas podem vencer.”, afirmou ao site oficial da Fifa.

A disputa do terceiro lugar está marcada para o sábado, às 13h30, enquanto a grande final será no domingo, às 15h30. Fiquem ligados! No Twitter do Futebol para Meninas, você poderá acompanhar os jogos lance a lance.

Saiba cinco motivos para você não perder a final do Mundial

O próximo domingo, 17 de julho, promete ser eletrizante para o futebol feminino. É que a final da Copa do Mundo da categoria será realizada a partir das 15h45, em Frankfurt. E se você ainda não descobriu motivos para assistir ao duelo histórico entre EUA e Japão, o Futebol para Meninas arruma para você! Confira conosco pelo menos cinco razões para você ficar de olho no duelo e no nosso Twitter, que comenta o jogo lance a lance.

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1º motivo: Você poderá assistir a um verdadeiro show de bola. Quem fala que futebol feminino não tem a menor graça, não sabe de nada. Na última quarta-feira pudemos ver que tanto as americanas, como as japonesas, fizeram bonito dentro de campo.

2º motivo: Será um momento único e histórico no esporte. Afinal, está é a primeira vez que as orientais vão a final da competição mundial. Ou seja, é um marco na modalidade por ser um encontro inédito.

3º motivo: As defesas da Hope Solo deixam todos os críticos, que dizem que não existe boas goleiras no futebol feminino, calados. Lógico que existe!

4º motivo: Ver gols como o que a Kawasumi marcou no jogo contra a Suécia, quando encobriu a goleira com um chute de longe, dá gosto. Isso sim foi um golaço.

5º motivo: Por último, e não menos importante, mesmo o Brasil não estando na final do Mundial, as jogadoras, sejam de qualquer nacionalidade, merecem nosso apoio pelo trabalho que apresentam. Ainda há muito preconceito no mundo com o futebol feminino. Precisamos levantar a bandeira de que menina pode sim jogar futebol! Podemos e jogamos melhor do que muito homem por aí. Que o diga Martha, Prinz, Wambach e muitos outros talentos espalhados pelo mundo à fora. E quanto mais gente dando ibope para esses eventos, mais a modalidade será incentivada e apoiada.

Aliás, vamos esquentar para o jogo? Confere aí algumas passagens da carreira da goleira Hope Solo.